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Monstro achado no Lago Ness
Os estudiosos do lendário monstro do Lago
Ness, na Escócia, sempre sugeriram que a evasiva criatura poderia ser um
descendente dos plesiossauros, répteis aquáticos medindo entre 3 e 11 m de
comprimento que existiram nos Períodos Jurássico e Cretáceo, entre 200 e
65 milhões de anos atrás.
Em 2003, o aposentado Gerald McSorley, de 67 anos, residente em Stirling,
encontrou restos fossilizados de um plesiossauro de 150 milhões de anos
precisamente às margens do lago. O achado acendeu os ânimos dos que
acreditam na realidade do monstro mas não mudou a opinião dos cientistas
que afirmam que "não há nenhuma relação possível com o fóssil, já que o
lago foi formado durante a última era glacial que terminou cerca de 12 000
anos atrás".
A despeito da improvável relação, cientistas do Museu Nacional da Escócia
(NMS), em Edinburgo, admitem que é a primeira vez que ossos do carnívoro
de pescoço longo foram encontrados no lago, indicando que a criatura pode
ter vivido na região. O Dr. Lyall Anderson, curador do museu, disse que o
fóssil consiste de quatro vértebras de um plesiossauro adulto.
Os cépticos levantaram a hipótese do fóssil ter sido implantado no lugar
por má fé ou por acidente, pois a peça apresenta sinais de ter se
originado de um ambiente marítimo e não lacustre. De qualquer maneira, o
local do achado está sendo secretamente vasculhado em busca de novas
evidências.
Fonte: ARQUIVOS DO INSÓLITO
Informativo redigido por Philippe Piet van Putten e distribuído pela
Mahatma Multimídia - mahatma@uol.com.br |